Nesta sexta-feira, Coritiba e Ariel vão à Justiça de Trabalho para tentar chegar a um acord em relação à permanência do argentino no clube ou não. De acordo com o advogado coxa-branca, Gustavo Nadalin, esta audiência será apenas para as duas partes conversarem e tentarem entrar em um acordo.
- Será a primeira audiência nesta sexta-feira, que contará com a presença de um juiz. Podemos ter uma definição, se o Ariel disser o que ele quer. O Coritiba vai reapresentar uma proposta, mas caso ele não queira ficar não temos o que fazer - explicou ele.
Ainda segundo Nadalin, caso Ariel seja irredutível e não queira cumprir a cláusula no contrato, ele poderá ir para onde desejar, desde que cumpra a lei e pague a multa recisória.
- Não há juiz, cláusula em contrato ou outra coisa que segure um jogador caso ele não queira ficar no clube. Mas ele tem um contrato que o obriga a renovar com o Coritiba. Ele pode até ir para outro clube, mas terá que responder pela multa de recisão perante a justiça - completou.
Entenda o caso
Ariel chegou ao Coritiba em junho de 2008, assinando um contrato de cinco anos. Só que, por ser estrangeiro, ele não poderia ter um vínculo maior do que duas temporadas, devido à lei brasileira.
Porém, há uma cláusula no contrato que obriga o argentino a renovar automaticamente com o Coxa, algo que ele não quer e o que obrigou o clube a entrar na Justiça, para que o atleta cumpra o acordo.
O vínculo de Ariel se encerra no próximo dia 30 e Botafogo, Fluminense, Vasco e Palmeiras já demonstraram interesse em seu futebol.

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